Prémio Gulbenkian Património

Está aberto o período de candidaturas ao Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva, que distingue anualmente, com 50 mil euros, intervenções em bens móveis e imóveis por todo o país.

Em 2023, o prémio foi entregue ao Chalet Ficalho, em Cascais, uma construção do fim do século XIX recentemente transformada numa pequena unidade hoteleira. Nos anos anteriores, o prémio foi atribuído a intervenções em igrejas como a dos Clérigos (Porto), Santa Isabel (Lisboa), ou a Sé do Funchal (Madeira), museus no Caramulo e em Santarém, prédios de habitação, a uma antiga cerâmica recuperada em Coimbra, um jardim histórico parcialmente destruído pelas chamas, uma biblioteca, uma livraria, um cinema, um monumento nacional esquecido em Ammaia, um conjunto escultórico do século XIX e uma iniciativa que recolhe, conserva e estuda letreiros que fazem parte da memória urbana de Lisboa.

O vencedor será selecionado pelo Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta do Júri, composto por António Lamas (presidente), Gonçalo Byrne, Raquel Henriques da Silva, Rui Vieira Nery e Santiago Macias.

O Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva foi criado pela Fundação Calouste Gulbenkian em 2007, por vontade de Maria Tereza Vilalva de homenagear o seu marido, Vasco Vilalva. O prémio tem assinalado, com um valor de 50 mil euros e com menções honrosas, intervenções exemplares na área da conservação, recuperação, valorização ou divulgação do património, em todo o território nacional.

As candidaturas à 16.ª edição do Prémio Gulbenkian Património estão abertas até 1 de março de 2024.

Mais informação em gulbenkian.pt

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